Fábrica de chips da Samsung Electronics em Pyeongtaek, Coreia do Sul.
Ler matéria completaO imperador japonês Naruhito (à esq.) não teve filhos homens (Arquivo).
Ler matéria completaO que os portugueses estão ouvindo da cena musical brasileira
Ler matéria completa'Houston, we have a problem': o que astronauta realmente disse na missão Apollo 13
Ler matéria completa'Super Campeões' previu duelo entre Brasil e Japão na Copa do Mundo
Ler matéria completaBancos, agências do INSS e repartições públicas terão expediente reduzido nesta segunda-feira (29). Comércio, shoppings e supermercados também poderão adotar horários especiais durante a partida da Copa do Mundo
Ler matéria completaConselho da Justiça Federal liberou R$ 2,1 bilhões para aposentados e pensionistas que venceram ações contra o INSS. Os pagamentos contemplam processos de revisão e concessão de benefícios com decisão definitiva da Justiça
Ler matéria completaAtaque em Fan Zone da Copa deixa um morto na Califórnia
Ler matéria completaApós nova troca de ataques, EUA e Irã concordam em retomar diálogo Esses são os primeiros ataques entre os dois países desde a assinatura do acordo de paz, no último dia 17. O entendimento teria sido o primeiro passo para encerrar a guerra, iniciada em fevereiro. Os EUA bombardearam alvos no Estreito de Ormuz após Trump, acusar o Irã de violar o cessar-fogo. Teerã, por sua vez, disse ter atacado alvos ligados às forças americanas.. Os presidentes dos EUA, Donald Trump e do Irã, Masoud Pezeshkian, haviam assinado um acordo de paz para encerrar a guerra no último dia 17 de junho.. O texto determinava o fim imediato de ataques em todos os lados e abria um período de negociação para o programa nuclear iraniano. Veja aqui os 14 termos contidos no documento.. Em Ormuz, o trânsito começou a andar, e três superpetroleiros chegaram a atravasseram o canal, segundo sites de monitoramento. . A situação no Líbano também segue como ponto de atenção. A imprensa libanesa disse que Israel fez um novo ataque ao sul libanês.
Ler matéria completaO primeiro-ministro de Vanuatu, Jotham Napat (à esquerda), e o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, assinam o Acordo Nakamal no Parlamento em Canberra.
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